Em Cuiabá, onde o encontro será realizado, é comum que a comunicação do dia a dia seja marcada por expressões fortes, cheias de ritmo, surpresa e intensidade - os famosos “Agora quando!?”, “Ah! Uuum”, “Que, que esse?”. Essa expressividade típica do cuiabano inspira a ideia central da identidade visual. O símbolo se constrói a partir de uma hélice estilizada, em que cada pá representa as pontuações, transformadas em formas orgânicas e dinâmicas. No centro, o círculo laranja funciona como o núcleo que dá origem e direção ao movimento: uma referência direta à Defensoria Pública como força motriz que impulsiona, organiza e distribui informação de maneira clara, acessível e cidadã.
Assim como uma hélice espalha o vento, a Defensoria espalha conhecimento, orientações, direitos e verdades, especialmente em um cenário marcado por desafios como a disseminação de fake news, golpes utilizando o nome da instituição e a necessidade crescente de produzir conteúdos inclusivos, responsáveis e integrados. Comunicar é agir: não basta estar presente, é preciso circular, alcançar, fazer chegar. O movimento expressa exatamente isso: uma comunicação viva, em constante giro, que não se acomoda. Uma comunicação que, ao se mover, informa, esclarece e aproxima. O Seminário nasce dessa urgência: preparar as equipes para fortalecer o relacionamento institucional, aprimorar estratégias voltadas ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade, combater desinformação e ampliar a presença da Defensoria em espaços de reconhecimento. É desse movimento contínuo que nasce o tema desta edição: Comunicação que promove direitos.